sexta-feira, 18 de novembro de 2011

música de natal - jingle bell rock

O Rei Leão - O Ciclo da Vida

brilha brilha estrelinha portugues

Musica para bebes, dormir e relaxar

Maezinha do Céu Cantiga de Ninar

Sopa - Palavra Cantada

Palavra Cantada - O Rato

CONVIVER PARA CRESCER

CONVIVER PARA CRESCER

Pequenos inventores

Quando recicla objetos, transformando-os em brinquedos ou itens de decoração, a criança vivencia o prazer de construir algo, como explica Maria Angela Barbato, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP e coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisa do Brincar da PUC-SP



Cristiane Yamazato



CRESCER: Quais habilidades a criança desenvolve quando trabalha com a reciclagem de objetos?
MARIA ANGELA BARBATO:
Quando faz uma atividade como essa, a criança está buscando soluções, resolvendo problemas e descobrindo coisas. Ao procurar novas funções para um objeto, ela vai percebendo a própria criatividade, uma capacidade que depende da função simbólica, que é inerente ao ser humano.

C: O contato com a arte ajuda a criança expressar as suas opinões, a sua personalidade?
M.A.B.:
Sim. Nesse tipo de atividade, ela acaba exercitando, além da oralidade, diversas formas de linguagem e de expressão. A arte é propícia a esse desenvolvimento porque todos temos uma tendência para a arte e para a criação. A criança, que ainda não tem tantas barreiras como os adultos, é muito mais livre nesse processo criativo.

C: Uma criança que exercita a busca de um novo olhar para as coisas tem a possibilidade de se tornar um adulto com mais jogo de cintura?
M.A.B.:
No Brasil, não existe nenhuma pesquisa específica sobre isso, mas observações empíricas mostram uma grande tendência nesse sentido. Enquanto trabalha com a transformação de um objeto, a criança reflete sobre o que está fazendo, sobre as possibilidades do material, e acaba descobrindo diversas soluções, muitas vezes, que não estão relacionadas à ela diretamente.

C: Esse processo, em que a crianca é um agente de transformação, fortalece sentimentos de realização e autoconfiança?
M.A.B.:
Com certeza. Além disso, ajuda a melhorar a autonomia, habilidade com a qual muitas crianças têm dificuldade por conta da superproteção e do consumismo excessivo, tão comuns atualmente.

C: Esse tipo de atividade favorece também a socialização?
M.A.B.:
Sim. Dentro e fora do grupo familiar. Ao participar de uma construção coletiva, a criança tem de dialogar, compor ideias, argumentar, ouvir a opinião dos outros. Para que o trabalho aconteça de maneira agradável, o grupo precisa entrar em consenso e, nesse processo, é preciso tolerância e respeito ao outro.

C: Essa prática pode ajudar a desenvolver uma postura mais crítica em relação ao consumismo?
M.A.B.:
Sem dúvida. Nesse tipo de atividade, a criança vivencia o prazer de construir algo, de fazer uma transformação e de utilizar algo criado por ela. Quando recebe um brinquedo pronto, as possibilidades criativas da criança são limitadas. Muitas vezes, o brinquedo nem tem o desempenho que ela havia imaginado e isso gera uma desilusão em relação àquele objeto, por isso é que se compra tantas coisas que acabam não sendo utilizadas.

C: Como os pais podem incentivar esse tipo de prática?
M.A.B.:
A maior dificuldade de muitos pais que querem colocar esse tipo de prática no cotidiano da família é a pressão do ambiente externo, a valorização do consumo, as comparações que a criança enfrenta. Cabe aos pais oferecer possibilidades aos filhos, sempre com jogo de cintura para evitar qualquer tipo de imposição, pois a atividade tem de ser prazerosa.

C: E como os pais podem envolver a criança?
M.A.B.:
Estimular, e não obrigar, é a principal regra. Para estimular é preciso perguntar sempre a opinião da criança (“o que vamos fazer?”, “como será que isso pode ser feito?”). Assim, ela tem a possibilidade de pensar sobre as várias etapas do trabalho e descobrir soluções. É importante também que a criança escolha as suas tarefas no projeto. Os pais muitas vezes temem que as crianças possam se machucar com determinadas ferramentas, mas, se eles estiverem juntos, podem dar a orientação necessária. É importante que o pai esteja presente, que observe, mas que não interfira, a menos que seja solicitado.

C: E o que dizer aos pais que acham que não são muito habilidosos?
M.A.B.:
É importante que eles procurem atividades nas quais se sintam confortáveis. Não adianta propor um trabalho que requer uma habilidade que ninguém tem em casa. Além disso, a capacidade e as ideias das crianças nunca devem ser subestimadas. Muitas vezes, elas surgem com soluções muito mais simples e factíveis do que os adultos. Chamar outras crianças e pais, que compartilhem dos mesmos princípios, também pode tornar a atividade mais rica e interessante.

C: Qual é a vantagem de um brinquedo construído em família em comparação a um brinquedo industrializado?
M.A.B.:
O brinquedo industrializado é um objeto feito pelo adulto, na sua visão de adulto, para a criança. Nem sempre o que o adulto propõe é o que causa mais prazer a criança. Muitas vezes, a criança ganha um brinquedo caro e nem se interessa por ele, prefere brincar com a caixa. Ou, por uma simples curiosidade, ela joga o brinquedo na parede para ver do que ele é feito. Muitos adultos ainda nao perceberam que quem dá vida ao objeto brinquedo é a criança.


Brinquedos que a gente mesmo faz

Brinquedos que a gente mesmo faz
 
 
 Shutterstock
Fantoches de Meia


Material:

- meias velhas

- cartolina

- restos de lã

- botões

- cola para tecido

Modo de fazer:
1- Usando o pé da meia como molde, recorte dois meio círculos de cartolina. Cole-os por dentro do pé da meia para dar forma à boca.

2- Pregue os botões para formar os olhos.

3- Use os restos de lã para inventar diferentes modelos de cabelo. Por exemplo, corte vários fios de lã do mesmo tamanho e amarre-os ao meio e costure na meia.

Tapete de Retalhos

Material:
- 1 pedaço de talagarça ou saco de estopa

- retalhos de tecidos

Modo de fazer:

1- Corte a talagarça,ou a estopa no tamanho e formato do tapete que você quer fazer.

2- Recorte o tecido em tiras de uns 10 centímetros de comprimento.

3- Passe cada tira pelos furos e dê um nó. Deixe uns dois furinhos de distância entre elas.

4- Se quiser, risque um desenho na talagarça antes de começar e preencha-o com tiras da mesma cor.


Pote com Efeitos Especiais

Material:

- 1 pote de vidro com tampa

- um boneco pequeno (pode ser um brinquedo velho ou um enfeite que vocês não usam mais)

- resto de isopor ou purpurina

- cola à prova d´água

Modo de fazer:
1- Cole o boneco na tampa e espere secar.

2- Esfarele o isopor até obter flocos bem pequenos e de tamanho mais ou menos uniforme. Coloque-os dentro do pote.

3- Encha o pote com água e tampe. Pronto! É só chacoalhar para ver o efeito.

Oito Rs para um consumo mais solidário e sustentável, segundo o Instituto Akatu:

1. Refletir: lembrem-se de que qualquer ato de consumo causa impactos do consumo no
planeta. Procurem potencializar os impactos positivos e minimizar os negativos;

2. Reduzir: exagerem no carinho e no amor, mas evitem desperdícios de produtos, serviços,
água e energia;

3. Reutilizar: usem os itens e protudos em geral até o fim, não comprem o novo por impulso. Inventem, inovem, usem de outra maneira. Talvez vire brinquedo, talvez um enfeite, talvez um adereço...

4. Reciclar: mais de 800 mil famílias vivem da reciclagem hoje no Brasil. Querem fazer o
bem? Separem em casa o lixo sujo do lixo limpo. Só descartem o sujo na coleta comum.
Entreguem o limpo na reciclagem ou para o catador.

5. Respeitar: a si mesmo, o próprio trabalho, as pessoas e o meio ambiente. As palavras
mágicas sempre funcionam: “por favor” e “obrigado”.

6. Reparar: quebrou? Consertem. Brigaram? Peçam desculpas e também desculpem.

7. Responsabilizar-se: por vocês, pelos impactos bons e ruins de seus atos, pelas
pessoas, por sua cidade.

8. Repassar: as informações que você tiverem e que ajudam na prática do consumo
consciente. Retuitem, reenviem e-mails.

sábado, 12 de novembro de 2011

Desenhos de Natal para colorir

Desenhos de Natal para pintar

Diversão para toda a família!




























































A família é um modelo

"A família é um modelo" - Por Martha Faria.
(www.novidadedevida.com.br)


A mãe é uma sustentação, geralmente mais comunicativa e compreensiva. Olha por todos e tudo ao redor, tem algo como uma antena parabólica sobre sua cabeça. Chora quando o bebê nasce, quando ele fala, quando dá o primeiro passo, quando o marido é promovido, quando ganha flores, quando os filhos se formam na escola, quando ganha um beijo especial e um abraço apertado do seu filho.

Os filhos são a energia, a vitalidade, a vida flui neles a cada momento, inventam, criam, sentem novas coisas a toda hora. Novas experiências, descobertas e uma esperança grandiosa fazem parte de suas vidas. São como uma obra de arte em pleno andamento, o artista poderá dar a ela o fim que desejar e eles sentem que podem ser tudo o que desejarem. Claro que o artista é o Deus Criador que gerencia a vida e encaminha a nova geração para novas conquistas. Os filhos entendem o que agora, querem já, e ontem pra eles é um passado remoto. A percepção de tudo é menos profunda, mais superficial. Isso lhes dá tanta fora e coragem de enfrentar o novo e os desafios. Agradeça a Deus quando o seu filho lhe diz que será um grande médico, um excelente cientista, um supermúsico, um ser brilhante que irá transformar o mundo. Eles estão sendo fiéis à forte sensação do seu interior, pois interiormente sentem as dinamites se implodindo, como se fossem ser lançados como foguetes. A falta de compreensão e discernimento muitas vezes deriva desse momento de suas vidas. A praticidade é uma lei pra eles, fale e faça, prometa e cumpra, nem me chame pra ir, "fui"!

E o papi, papá, papito, dad, é o grande herói da casa. Leia no livro de Provérbios o cap. 31 e veja a postura do esposo e da chamada "mulher virtuosa". É honra e mérito por todos os lados! O homem em casa é como o presidente de uma empresa, pode até não estar em atividade, não é o executivo, mas pelo fato de estar em casa, ou de ter chegado, parece que tudo está no controle. É segurança, é proteção, é confiança, é quando pai está em casa que a esposa e filhos dormem, e até desmaiam de sono.

Eu falo no modelo da família com base no que Deus descreve na Bíblia, nas funções e ofícios de cada um. Certa vez depois de viajar por 15 dias, estávamos muito saudosos dos nossos filhos, iríamos encontrá-los no aeroporto. Temos quatro filhos e eu pensava que nesse encontro do aeroporto pelo menos dois filhos me abraçariam, já que seria melhor me abraçarem do que ficarem na fila de abraçar o pai. Quando chegamos ao saguão do aeroporto eu vi que havia me enganado muito. Os quatro filhos pularam no colo do pai e lutaram por um lugar, e eu fiquei empurrando o carrinho. Naquele momento não entendi o que estava acontecendo. Mais tarde num momento de conversa com Deus, entendi a resposta e me tranquilizei. Deus havia me explicado que se buscassem a mãe eu deveria ficar preocupada, os filhos têm (quase sempre) a certeza de que a mãe estará ali disponível a toda hora, tanto que na primeira infância a criança se vê como uma extensão de sua mãe. A mãe para eles era algo normal, como se estivessem comigo a todo o momento. Mas o pais foi feito para receber honra, ele é a figura da força, do modelo, ele é a segurança. E Deus a partir desse momento me mostrou que quanto mais eu facilitasse o relacionamento dos meus filhos com o pai, mais eu os ajudaria a ser tornarem seguros e fortes. Por que a família é um modelo para o mundo? Porque ela é um modelo do que Deus quer que as pessoas vivam. Porque é uma solução celestial para a terra, e se aplicada na terra trará harmonia, ordem, bênçãos, prosperidade e uma geração de pessoas com identidade sólidas e fortes para vencerem os desafios desse mundo.

A mulher, como se sabe por inúmeros estudos bíblicos, é a simbologia da Igreja de Cristo, a organização fundada por Cristo para agregar pessoas, ensiná-las, cuidar delas, acompanhar seu desenvolvimento e levá-las a Ele. Os filhos são as pessoas que integram essa Igreja, cada um de nós. E o pai é o PAI. O que leva a honra e o mérito, não importa o quanto a Igreja trabalhe. Pois a Igreja existe para Ele. É o Pai e Jesus Cristo que ganham a glória e o mérito, e que têm a admiração dos filhos. E a Igreja de Cristo é sua companheira, que serve em cuidar dos seus filhos para que o relacionamento deles com Cristo e com Deus Pai seja cada vez melhor.

Faça com que sua família siga o modelo dos céus. Amem-se uns aos outros, respeitem-se nas suas funções e unções. Protejam-se uns aos outros. E que todos estejam cada vez fortalecidos no seu relacionamento com o Pai, recebendo os cuidados e ensinos da Igreja. Que Deus abençoe sua família. SUA FAMÍLIA é um MODELO DE DEUS para essa geração!