sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Símbolos de Natal e Seus significados

Símbolos de Natal e Seus significados

O homem não vive sem sinais e símbolos.
Seu pensar, seu conhecer, seu expressar o real e o espiritual é realizado através de símbolos. Ele transforma tudo em símbolos para ser entendido pelos outros. Assim a língua falada e escrita e as artes nas suas diversas expressões (pintura, escultura, música, dança ...) são os símbolos mais comuns.

O homem se expressa simbolicamente também através da fé e da cultura, e o natal é uma expressão de fé e de cultura.

Conheça melhor a grandeza dos significados dos símbolos do Natal:

Árvore de Natal:

No mundo, milhões de famílias celebram o Natal ao redor de uma árvore. A árvore, símbolo da vida, é uma tradição mais antiga do que o próprio Cristianismo, e não é exclusiva de uma só religião.

Muito antes de existir o Natal , os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano em dezembro como um símbolo de triunfo da vida sobre a morte.

Já o costume de ornamentar a árvore pode ter surgido do hábito que os druidas tinham de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para as festividades deste mesmo dia do ano.A primeira referência a uma " Árvore de Natal" é do século XVI. Na Alemanha, famílias ricas e pobres decoravam árvores com papel colorido, frutas e doces. Esta tradição se espalhou pela Europa e chegou aos Estados Unidos pelos colonizadores alemães. Logo, a árvore de Natal passou a ser popular em todo mundo.

Pinheiro
É a única árvore que não perde suas folhas durante o ano todo. Permanece sempre viva e verde.
Foi usado pela primeira vez pela rainha da Inglaterra Elizabete e por ocasião do dia 25 de Dezembro , quando oferecia uma grande festa e recebia muitos presentes .

Não podendo recebê-los todos pessoalmente pediu que fossem depositados em baixo de uma árvore no jardim.

Origina-se daí, igualmente, o costume depositar os presentes em baixo da árvore.
Árvore verde também trás a esperança , a alegria e a vida nova .
O verde constante do pinheiro, a vida permanente e plena que Jesus Cristo aparece.

Bolas coloridas que enfeitam as árvores.

Simbolizam os frutos da "árvore vida" ou seja, Jesus Cristo.

O Presépio:

Um dos símbolos mais comuns no Natal dos países
católicos é a reprodução do cenário onde Jesus Cristo nasceu: uma manjedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria, José e o Menino Jesus.

O costume de montar presépios surgiu com São Francisco de Assis, que pediu a um homem chamado Giovanni Villita que criasse o primeiro presépio para visualizar, sensibilizar, facilitar a meditação da mensagem evangélica, do, conteúdo, do mistério de Jesus Cristo que nasce na pobreza, na simplicidade.

São Francisco, então, celebrou uma missa em frente deste presépio, inspirando devoção a todos que o assistiam.

Papai Noel:

Ele foi inspirado no bispo Nicolau, que viveu e pontificou na cidade de Myra, Turquia, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos.

Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo. Nos Estados Unidos, a tradição do velhinho de barba comprida e roupas vermelhas que anda num trenó puxado por renas ganhou força.A figura do Papai Noel que conhecemos hoje foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista Harper's Weeklys, em 1881.

O cartão de Natal:

A prática de enviar cartões de Natal surgiu na Inglaterra no ano de 1843. Em 1849 os primeiros cartões populares de Natal começaram a ser vendidos por um artista inglês chamado William Egly.
Independentemente da sofisticação, beleza e simplicidade, os cartões são símbolos do inter-relacionamento do homem. O ser humano é comunicação, é relacionamento. A dimensão dialogal, de comunhão, de empatia vem expresso pela palavra escrita. Ao falarmos em palavra, nos vem à mente o prólogo do evangelho de São João: Cristo é o Verbo, a Palavra criadora, unificadora e salvadora de Deus (Jo 1,1-5).
Os presentes:

Existem muitas origens para este símbolo. Uma delas conta que São Nicolau, um anônimo benfeitor, presenteava as pessoas no período natalino. Outra tradição mais antiga, lembra os três reis magos que presentearam Jesus. O dia e o motivo de dar e receber presentes varia de país para país.
A origem dos presentes por ocasião do final do ano tem origem pagã e que a tradição cristã foi aos poucos assimilando.

Os romanos, há mais de 1500 anos, tinham o costume de enviar presentes aos amigos no início do ano novo. Tal hábito coincidia aos festejos ao deus Janus (um deus bifronte, que olhava para o ano que terminava e para o que começava) e, talvez as origens do nosso reveillon e outras comemorações de fim de ano. Esta festa complementava a festa do sol (25 de dezembro).

Com o crescimento do cristianismo essas festas foram ganhando sentido cristão: Cristo é o Sol que ilumina o caminho dos homens; Ele é o Senhor da História; é o grande presente de Deus à humanidade.

Dar presente é uma maneira muito palpável de demonstrar a solidariedade e bondade humana em dar sem interesse de receber. É vivenciar de maneira simples e ínfima a imensa e infinita bondade de Deus.


Canções de Natal:


A Igreja católica sempre deu muita importância para o valor da música. As primeiras canções natalinas datam
do século IV e são cantadas até hoje na véspera de Natal.

A Comida:

O Natal significa comida na maior parte do mundo cristão. O simbolismo que o alimento tem na mesa no dia de Natal vem das sociedades antigas que passavam muita fome e encontravam em algum tipo de carne - o mais importante prato - uma forma de referenciar à Deus e à Jesus. Geralmente era servido porco, ganso - mais tarde substituído por peru, e peixe. Uma série de bolos e massas são preparados somente para o Natal e são conhecidos por todo mundo.

A ESTRELA

A estrela na sociedade humana esteve sempre ligada como "bússolas naturais" das pessoas. Hoje os aparelhos de navegação evoluíram de tal forma que as estrelas se tornaram apenas ornamentos no céu, objeto de estudo. Contudo durante milhares de anos eram elas as responsáveis em guiar os navegadores pelos mares e os viajantes pelos desertos. Eram elas que indicavam a direção, o sentido, o porto seguro.

A estrela guiou os três reis magros Baltazar, Gaspar, Melchíor - desde o oriente até local onde nasceu Jesus para que pudessem presentea-lo com ouro, incenso e mirra , é lembrada hoje pelo enfeite que é colocado no topo da árvore de Natal. E Jesus Cristo é a Estrela Guia da humanidade. Ele é o caminho, o Sentido, a Verdade e a Vida.

OS MAGOS

"Eis que uns magos chegaram do Oriente a Jerusalém perguntando: 'onde está o rei dos Judeus, que acaba de nascer? ... viemos adorá-lo, '... Eis que a estrela que tinham visto no Oriente, ia-lhes à frente até parar sobre o lugar onde estava o menino ... e o adoraram. Abriram seus cofres e lhe ofereceram ouro, incenso e mirra"(Mt 2,1-12).

Não eram reis e sim sábios, estudiosos, mas o que isto importa? A mensagem é mais forte que esse detalhe. Esta narração tão plástica e viva, enriquecida posteriormente com aspectos lendários, como o nome dos três (Melchior, Gaspar e Baltazar), traz duas grandes mensagens teológicas:

- Cristo não veio apenas para os Judeus, mas para redimir toda a humanidade, Ele é o polo para o qual convergem todas as raças.

- A segunda grande mensagem está relacionada aos presentes oferecidos pelos magos: ouro, incenso e mirra. O evangelista Mateus expressa por esses símbolos a fé vivenciada pelos primeiros cristãos: Cristo é Rei dos Reis (daí o ouro), é filho Deus (o incenso) encarnado (a mirra).

A VELA
Por milhares de anos, até a descoberta da energia elétrica há 100 anos, a vela, a lamparina ou lampião a óleo, as tochas foram as fontes de luz nas trevas noturnas. A minúscula chama afugentava as trevas, a escuridão dando segurança e calor. Por isso na antigüidade alguns povos chegaram a cultuar o fogo como divindade. Jesus Cristo é a luz que ilumina nosso caminho: "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida" (Jo 8,12). E "vós sois a luz do mundo ... não se acende uma candeia para se pôr debaixo de uma vasilha, mas num candelabro para que ilumine todos os da casa. É assim que deve brilha vossa luz" (MT 5,14-16).

Significados de Alguns Símbolos Pascais

Significado de Alguns Símbolos Pascais

O ovo simboliza o nascimento, a vida, o ressurgimento de Cristo e é um símbolo desde a Antigüidade, época em que já era costume presentear as pessoas, por ocasião da Páscoa, com ovos enfeitados e coloridos. Os ovos de Páscoa representam também o final da quaresma.

O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau, quer dizer: o néctar dos deuses. Seu sabor e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.



Os coelhos surgiram como símbolos da Páscoa na época dos egípcios, pois representam a fecundidade e a reprodução constante da vida. Convém lembrar que, embora eles apareçam associados aos ovos, até hoje não se viu um coelho que botasse um ovo, muito menos de chocolate.


A cruz mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no calvário de Jesus Cristo. Desde a ano 325 d.C. é considerada como símbolo oficial do cristianismo.


Na celebração do sábado de Aleluia, véspera do domingo de Páscoa, é feita a bênção da água que será utilizada nos batismos durante o ano. Cristo é a verdadeira água, fonte de vida.

O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa. No Novo Testamento, simboliza Cristo que é o Cordeiro de Deus sacrificado em prol da salvação de toda a humanidade, seu rebanho.


O pão e o vinho eram, na Antigüidade, a comida e bebida mais comuns. Jesus Cristo se serviu desses alimentos para simbolizar sua presença constante ao instituir a Eucaristia. Assim, o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Jesus e a vida eterna.


As vestes brancas usadas na celebração pascal retomam a passagem referente à transfiguração de Cristo (na qual as vestimentas de Jesus se tornaram resplandecentes de brancura.) O branco simboliza a pureza, a paz e a plenitude.

As velas são uma marca das celebrações religiosas pascais. Em certos países, os católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão. Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então, acendem suas próprias velas e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais.
No Sábado Santo a celebração católica é iniciada com a bênção do fogo, chamado de "fogo novo".
O círio pascal é aquela grande vela decorada que tem a cruz como desenho central. Simboliza a luz dos povos, em Cristo. As palavras "Alfa e Ômega" nela gravadas querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".


Colomba ou Pomba Pascal - De origem italiana, a colomba é bem semelhante ao panetone de Natal, mas com o formato de uma pomba, que representa a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos quando Cristo ressuscita. Além do que a pomba é também um símbolo da almejada paz.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Brincadeira no meio do caminho

Propor jogos e atividades no trajeto de casa para a escola, para a praia ou para qualquer outro destino é uma forma simples e gostosa de aproveitar cada minuto do tempo em família



Noêmia Lopes. Fotos Guto Seixas

“Já está chegando?” Essa é disparada a frase mais comum dita por crianças quando estão dentro de um carro. Não é para menos. Por mais confortáveis e espaçosos que sejam, os carros são onde as crianças passam minutos e, por vezes, horas cercadas de limitações: precisam ficar sentadas, com cinto de segurança, driblando a ansiedade, o tédio e o cansaço. Tudo para ser bem chato, ainda mais com a energia que elas têm guardada. Mas nem por isso esse tempo dos trajetos das viagens, e mesmo da ida até a escola ou a casa do avô, precisam ser uma tortura. Pelo contrário: quando valorizados, esses momentos se tornam ótimas oportunidades de integração entre os pais e as crianças e permitem dar continuidade, ainda que com certas adaptações, aos estímulos que elas já recebem em casa, na escola e nos demais ambientes que frequentam.

Levar as três filhas para fazer longas viagens ou simplesmente transitar por São Paulo, onde moram, nunca foi um problema para a pedagoga Lisiane Niero, 36 anos, e para o consultor de treinamento e desenvolvimento de vendas André Niero, 38. Eles sugerem passatempos para Carolina, 4 anos, Amanda, 7, e Beatriz, 10, que transformam os deslocamentos em motivo de prazer e alegria. “Temos parentes no sul do país, que visitamos de carro, e curtimos ir à praia. Sempre fizemos esses passeios, mesmo quando as meninas eram bem mais novas. Alguns amigos já se espantaram e disseram que ficariam cansados de levar filhos pequenos para rodar longos trajetos. Mas isso não acontece com a gente”, relata Lisiane.

As brincadeiras que fazem sucesso com a maioria das crianças nos automóveis envolvem músicas, histórias, adivinhas, trava-línguas, jogos com palavras e desafios de atenção (confira uma lista de sugestões nesta reportagem). Em geral, elas começam como uma maneira de aplacar a pressa de chegar. “As incansáveis perguntas do tipo ‘falta muito?’ revelam a dificuldade que as crianças têm em lidar com a noção do tempo. Incômodo, cansaço e irritação são sentimentos legítimos e brincar pode ajudar a tornar os trajetos mais agradáveis”, afirma Valéria Cristina Borsato Cantelli, pesquisadora do Laboratório de Psicologia Genética da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

E são justamente os desafios musicais que estão entre as brincadeiras preferidas da família Niero: um dos cinco fala uma palavra que faça parte da letra de uma música ou cantarola a canção apenas com sons e os demais tentam acertar o nome dela. “Também gosto de colocar músicas clássicas e pedir que as meninas fechem os olhos por alguns instantes e imaginem uma cena. Depois de um tempo, cada uma conta o que pensou”, conta o pai, André. Nas descrições, aparece de tudo: desde lugares tranquilos até pistas de alguma angústia que uma das filhas esteja sentindo no momento. As três gostam da proposta e pedem que o pai deixe as canções tocarem por mais tempo, enquanto viajam no mundo da imaginação. Os especialistas dizem que jogos como esses são ótimos para proporcionar uma chance extra de ampliação do repertório cultural e envolver crianças de diferentes faixas etárias.

Diversão a bordo

Quem aposta na estratégia de envolver a família toda nas brincadeiras logo percebe que os benefícios vão além da criação de uma atmosfera descontraída e lúdica. Outra vantagem é abrir um novo espaço de convívio familiar e de fortalecimento dos vínculos afetivos. “Enquanto jogam, pais e crianças ficam mais envolvidos e as relações entre eles, mais próximas. Não se trata, portanto, só de passar o tempo – mas de passá-lo com boa qualidade”, diz Maria Angela Barbato Carneiro, coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Tal integração é bem-vinda em toda ocasião, mas se torna ainda mais interessante nas grandes cidades, onde a rotina e o trânsito têm encurtado os momentos de convivência. É essencial, contudo, que exista uma aproximação concreta e que jogos, brinquedos e mesmo filmes em DVD funcionem como meios de fazer com que os filhos e os pais troquem ideias e vivam boas e gostosas experiências.

Outra ideia que é diversão garantida para Carolina, Amanda e Beatriz é completar histórias. Alguém inventa o começo de uma narrativa e os demais, cada qual na sua vez, continua a aventura. Quem dá início à brincadeira nunca imagina o que virá depois. “As tramas ficam malucas e muito engraçadas, e todos nos divertimos. Além disso, notamos que as crianças aprendem a respeitar as ideias umas das outras. Afinal, mesmo que não concordem com o andamento da história, precisam aceitar a contribuição de todos”, diz Lisiane. Nesse caso, está em jogo o estímulo à ampliação do vocabulário, ao exercício da criatividade e ao desenvolvimento do raciocínio lógico, uma vez que as crianças precisam considerar o contexto antes de pensar em uma sequência para a história.

Competição saudável

Outra brincadeira sempre presente nos carros de quem tem filhos envolve uma disputa: ver quem encontra primeiro a maior quantidade de determinado elemento, seja ele um objeto (como carros de uma marca específica), um lugar (postos de gasolina ou correios), um animal (cachorros e gatos, na cidade, vacas e cavalos, na estrada), uma cor ou mesmo locais curiosos escritos nas placas dos automóveis. Entre os Niero, por exemplo, a competição costuma ser por fuscas – achar um modelo preto, um tanto quanto raro, vale nada menos do que 50 pontos.

Para esse tipo de jogo, mais benefícios. “Procurar itens específicos permite explorar noções implícitas de classificação; relação entre igualdades e diferenças de elementos e conjuntos; comparação entre muito e pouco, maior e menor; propriedade de adição e contagem; entre outras”, explica Letícia Pires Dias, psicóloga e mestre em Educação na área de Psicologia, Desenvolvimento Humano e Educação pela Unicamp. Com isso, o estímulo é certeiro para a atenção, a concentração, a memória e a percepção de mundo.

Fica claro, portanto, que brincar dentro do carro, assim como fora dele, proporciona vantagens riquíssimas para o desenvolvimento infantil. Mas valem alguns alertas. As brincadeiras devem ser espontâneas e o objetivo inicial, a diversão – a aprendizagem vem logo em seguida, de carona. Brinquedos nas mãos das crianças só se não forem desmontáveis ou pontiagudos. Games, bonecos, livros e caças-palavras são boas opções. “Os pais precisam manter o cuidado ao volante e a atenção voltada para frente. O lado positivo é que, quanto mais fortalecidos estiverem os laços de convivência com os filhos, menos será necessário um objeto ou brinquedo para passar o tempo”, diz Marcia Cristina Argenti Perez, professora do Departamento de Psicologia da Educação, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara. E sempre, não custa lembrar, cinto de segurança em todos, para um trajeto divertido, educativo e seguro.

Dicas para levar na bagagem

Cantar cantigas e parlendas, como “1, 2, 3 indiozinhos”, “A galinha do vizinho”, “Feijão com arroz”...

Sortear uma letra do alfabeto e ir falando palavras que comecem com ela, de acordo com um tema específico (nomes, bichos, cidades, alimentos, frutas e profissões, entre outros). Troca a letra quando alguém falar uma palavra repetida.

Propor trava-línguas. Por exemplo: O doce perguntou pro doce / Qual é o doce mais doce / Que o doce de batata-doce. / O doce respondeu pro doce / Que o doce mais doce que / O doce de batata-doce / É o doce de doce de batata-doce.

Contar adivinhas que estimulem a associação de ideias. “Quem sou: quanto mais lavo, mais suja vou?” Resposta: a água.

Adivinhar qual caminhão será mais visto ao longo do dia – cimento, lixo, mudança, caminhão-cegonha, etc.

Descobrir o nome de um animal a partir de suas características. Exemplo: é mamífero, sabe voar, vive em cavernas e tem hábitos noturnos. Resposta: morcego.

Cantar músicas conhecidas em ritmos inusitados: “Parabéns pra você” em hip hop, “Ciranda, cirandinha” como um reggae, etc.

Inventar histórias a partir do formato das nuvens.

Jogar forca, ligue os pontos e jogo da velha em lousas mágicas.

 Colocar uma música da qual o seu filho goste tambem pode funcionar, olhe esse video acima super conhecido.